[CULTURA] E se as Divas Pop tivessem Pokémon….

A correria é grande ($$$$$) e a gente confessa que deixou o blog meio de lado! Mas a gente promete que vai voltando devagar, tá bom? E para celebrar nosso little comeback, separamos umas artes muito fofas (fonte aqui) de cantoras pop e seus possíveis Pokémon *___________* #MuitoAmor!

E aí, pra você quem ganha essa batalha? :D Bora arriscar?! :* Até breve! Não esquece de dar uma passadinha na nossa loja virtual: http://loja.elephunk.com.br

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[MÚSICA] Lollapalooza Brasil 2016: as 6 melhores apresentações do festival

No último fim de semana (12 e 13), rolou a quinta edição do Lollapalooza Brasil, em São Paulo. Sem grandes nomes “clássicos” do rock, como Pearl Jam, Foo Fighters ou The Killers, o evento conseguiu suprir a falta (que nem fez falta, na real) com ótimas atrações bem distribuídas entre seus principais palcos, com ótimos nomes da música nacional e internacional.

(Foto: Fabio Tito/G1)

É sempre uma tarefa muita injusta e difícil escolher os melhores dos melhores, mas, como de costume, vamos colocar a cara no sol. Se é que me entende.

1 – Marina and The Diamonds

Com um ano de atrasado, Marina Diamandis fez uma apresentação inspirada e animada em um dos muitos palcos do Lollapalooza Brasil. A “Neon Nature Tour” desembarcou em São Paulo com três atos, uma para cada álbum da banda/cantora Marina and The Diamonds: “The Family Jewels”, “Electra Heart” e “Froot”. Se o show apresentado um dia antes no Audio SP, em uma das Lolla Parties, pareceu pouco brilhante pela falta de espaço para telões e demais aparatos eletrônicos, o show do festival supriu tudo isso e mais um pouco. Os telões mudavam de acordo com a música, transformando o espetáculo pop da cantora em uma experiência visual + sonora mais divertida. Isso, claro, sem falar da capacidade vocal de Marina, que não desafina em nenhum momento, nem nas músicas mais difíceis. Para esse que vos escreve, os dois melhores momentos da apresentação foram em “Froot” e “Bubblegum Bitch”.

2 – Tame Impala

Falar bem do Tame Impala pode soar até meio repetitivo. A banda australiana visita o Brasil com frequência, porém se apresentou no LollaBR pela primeira vez nessa quinta edição. E com o elogiado álbum “Currents” na bagagem, foi a estreia em palcos brasileiros. Além das já clássicas “Elephant”, “Apocalypse Dreams” e “Feels Like We Only Go Backwards”, Kevin Parker e seus comparsas tocaram as novas e excelentes “Let It Happen”, “The Less I Know the Better” e “New Person, Same Old Mistakes”, agora mundialmente conhecida através de uma versão (quase idêntica à original) feita pela cantora Rihanna. O show do Tame Impala é quase lisérgico e precisa da entrega do ouvinte para ser inteiramente aproveitado. Mesmo que você não curta muito rock psicodélico, dê uma chance ao Tame. Logo logo eles estarão aqui de novo.

3 – Florence and The Machine

Se no Tame Impala a experiência ao vivo é quase lisérgica, no show da Florence and The Machine a coisa toda ganha ares mágicos. Florence Welch desfila pelo palco como uma fada (ou um elfo, se preferir) e canta de maneira hipnotizadora. Já tive a oportunidade de assistir a banda ao vivo duas vezes e, apesar de ser muito fã, confesso que, às vezes, os vocais da Florence ao vivo parecem mais gritados que cantados. No entanto, nesse Lolla, a cantora mostrou tranquilidade e mais controle vocal. A escolha do repertório agradou antigos fãs e novos entusiasta do seu som transcendente. Não faltaram os hits “Dog Days Are Over” e “Shake It Out”, rolou “Sweet Nothing”, sua parceria solo com o DJ Calvin Harris, e as novas “What Kind of Man”, “Queen of Peace”, “Ship to Wreck” e “How Big, How Blue, How Beautiful” mostraram a força do último disco de inédita da cantora.

4 - Twenty One Pilots

Ainda pouco conhecido por aqui, o Twenty One Pilots é daquelas bandas de duas pessoas que fazem um som de dar inveja em muitos grupos com quatro integrantes ou mais. O duo norte-americano ainda não está na playlist da massa, mas os fãs também marcaram presença em peso no show. “Stressed Out”, atual terceiro lugar na parada Hot 100 da Billboard, foi um dos grandes momentos da apresentação visceral. Uma das coisas mais interessantes neles é que a dupla Tyler Joseph e Josh Dun mandam tudo ao vivo apenas com bateria e teclado, intercalando com outros instrumentos vez ou outra (e uma base pré-gravada). Curiosidade: as manchas pretas no pescoço do vocalista Tyler não são tatuagem. É uma pintura que o músico tem feito em todos os clipes e apresentações da banda durante a turnê do álbum “Blurryface”.

5 – Alabama Shakes

A segunda vez do Alabama Shakes no Lollapalooza Brasil foi tipo um clássico do futebol que já sabemos o resultado: só golaço! Sem nenhum tipo de artifício visual ou correria pelo palco, o Alabama conquista a plateia com ótimas canções e a simpatia e o vozeirão da vocalista Brittany Howard. O show foi tão bom que o sol apareceu durante alguns minutos (rá!). “Hold On”, sucesso do álbum de estreia, “Be Mine” e as mais recentes “Don’t Wanna Fight” e “Gimme All Your Love” foram alguns dos grandes momentos.

6 – Jack U

A união de dois DJs renomados num projeto com a participação de estrelas da música pop teria muita dificuldade de ser ruim. Diplo, quase cidadão brasileiro,. e Skrillex (desculpe o clichê) colocaram todo mundo para pular. Mas é que todo mundo pulava sem parar mesmo com os hits “Where Are Ü Now?”, “Take Ü There” e “To Ü”. Espertos, a dupla ainda mandou remixes dos grandes hits do momento. Teve Rihanna (Work), Justin Bieber (Sorry), Adele (Hello) e… Wesley Safadão (Veja Só No Que Deu)!.

Menções honrosas:

Karol Conká colocando TODO MUNDO pra pular com “Toca na Pista” com a MC Carol (<3) e Tchelinho. Épico!

A rave da dupla sul-africana Die Antwoord com seus “caralhinhos voadores” (inspiração no Dollynho?).

Noel Gallagher fazendo os órfãos de Oasis chorarem com “Don’t Look Back in Anger”.

Florence Welch dando um chega pra lá no segurança que não deixava a moça interagir com os fãs.

Mc Bin Laden no show do Jack U, que teve até remix de Wesley Safadão e “Work” da Rihanna.

Texto originalmente retirado daqui. Obrigado, Mixme! <3

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[LANÇAMENTO] Conheça os segredos da SOMA COLLECTION, a nova coleção de camisetas da ElephunK

Idealizar uma nova coleção da ElephunK é sempre um trabalho extremamente divertido e prazeroso, e árduo na mesma proporção. Começamos pensando sobre o tema da coleção, quais assuntos dentro do DNA da marca devemos explorar, o que podemos fazer de diferente e também os contextos que ideologicamente precisamos abordar.

Agora, em novembro, estamos lançando a sétima coleção oficial da ElephunK, a SOMA COLLECTION, que comemora, inclusive, o aniversário de três natais da marca. Entre os principais temas dessa coleção, a sexualidade aparece como grande cerne, sendo explorada através de estampas que esteticamente dialogam com o tabu do pornô, o sarcasmo e alguns dogmas cristãos.

Em contraposição a essa pegada mais sexual, a SOMA COLLECTION vem fortemente influenciada por elementos artísticos da terceira arte, estabelecendo um diálogo que atravessa grandes clássicos da pintura erudita até os contemporâneos, como animes e HQs.

E após 7 coleções, mesmo que nós sempre tenhamos uma postura transgressora, sentíamos a necessidade de que a campanha desta coleção tão irreverente explorasse uma certa responsabilidade social, uma espécie de compromisso com os temas abordados, em especial a sexualidade.

Ambos modelos vestiram a camisa – literalmente – da nossa proposta. Felizes, então, apresentamos ao mundo mais uma coleção, resultado de horas a fio de trabalho, com a vontade de fazer algo novo e com responsabilidade, respeito e compromisso. Queremos nosso espaço de forma que consigamos dialogar com nossos clientes e, de alguma forma inspirá-los a usarem nossas roupas e mensagens. Vem com a gente? Seja bem-vindo a nossa loucura! Conheça a SOMA COLLECTION!

Acesse e confira a campanha completa em www.ElephunK.com.br e faça suas compras em http://loja.elephunk.com.br

Assista ao Making Of abaixo:

SOMA COLLECTION – Making Of – ElephunK

Ficha Técnica:
Fotografia: Rafael Dardes
Direção: André Foganholi
Making Of: Lucas Brum 

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[MÚSICA] Katy Perry se apresenta com a explosiva Prismatic World Tour em SP

Na última sexta-feira (25/09) fomos assistir a cantora Katy Perry que desembarcou no Brasil com sua “Prismatic World Tour” para uma série de três shows no Brasil, incluindo a “fechação” da última noite do Rock In Rio, que acontece nesse domingo, na edição de comemoração aos 30 anos do festival.

Foto: Reinaldo Canato/UOL

A cantora começou o show mostrando para o que veio com o hit “Roar”, do último álbum “Prism”, inspiração para a mega turnê que carrega diversos elementos da cultura egípcia. Dessa forma, não faltaram projeções com pirâmides, constelações e até algumas influências meio “illuminati” para os conspiradores de plantão. Os fãs, insanamente animados, entoaram o primeiro bloco do show inteiro em uníssono. Ainda no começo do espetáculo, rolaram os hits “Part Of Me” e “Wide Awake”, essa última com um novo arranjo mais eletrônico.

Os figurinos são um espetáculo à parte. São diversas trocas de roupas (e perucas) durante todo o show, que continuou com um bloco super-sexy que incluía os megas sucessos “Dark Horse” e “E.T”. “Legendary Lovers”, lado b do novo álbum, agradou os fãs mais engajados com uma performance sexy com dançarinos seminus. “I Kissed a Girl” foi executada em uma versão mais pesada que lembrou um pouco da pegada menos pop característica do primeiro lançamento de peso da cantora, o disco “One Of The Boys”. Já “Hot N Cold” ganhou uma roupagem mais lenta, em um bloco todo inspirado no amor da cantora pelos felinos.

Foto: Reinaldo Canato/UOL

Segue o show para uma sequência low-profile onde Katy, espontânea, procura na plateia por um “autêntico” brasileiro. O fã escolhido, de tão nervoso pela presença do ídolo, não conseguia responder perguntas simples como “de onde você é?” – em inglês. Em nova tentativa, Katy convida uma segunda fã empolgada que consegue fazer a interação fluir, brincando com a tradução de termos como “linda” e “morta”. Ambos ganharam selfies com a cantora em seus próprios celulares.

Como manda o figurino por aqui, amarrada em uma bandeira do Brasil, Katy Perry elogiou o público tupiniquim: “vocês são os melhores! E eu não saio pelo mundo falando ‘vocês são os melhores’ para todo mundo”. Nesse bloco rolaram “By The Grace Of God” e um bonito medley de “The One That Got Away” + “Thinking Of You”, que o público inteiro entoou e embelezou com uma constelação de luzinhas de aparelhos eletrônicos.

A ideia de não se levar a sério é fortalecida na última parte do espetáculo onde ao som de “Teenage Dream” são exibidas imagens engraçadas da cantora no telão, extraídas de momentos de descontração durante as gravações de videoclipes, bastidores de shows, no dia a dia, além de montagens sem noção se auto avacalhando com muito bom humor.

Super dançante, a apresentação segue para o seu fim com “California Gurls” que mesmo com a chuva levou o estádio à loucura. A chuva, aliás, não era um problema para ela, que brincou: “se vocês estão se molhando, também vou!”. Rolou ainda “Walking On Air”, com uma Katy esvoaçante usando tecidos que ganharam movimentos com ventilador à lá Beyoncé, e a deliciosa “This Is How We Do”, que fez o estádio inteiro vibrar e contou com introduções do hit “Last Friday Night (T.G.I.F.)” para o delírio dos presentes.

Coeso, divertido e alegre, o show termina com uma profusão de fogos de artifícios enquanto Katy Perry cantava “Firework”, mais um mega hit do álbum “Teenage Dream”. A “Prismatic World Tour” é um espetáculo que reafirma o posto da cantora como uma das maiores divas do entretenimento da atualidade. Katy é uma superstar cool, seus hits que dominam o globo provam que é possível ser autêntica cantando um pop açucarado mas que, ao mesmo tempo, traz uma mensagem de aceitação e alegria para seus fãs.

Fonte: AQUI!

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[CINEMA] Fotos de grandes atores, quando ainda eram semi-famosos

Chegar ao topo não é nada fácil! Ser conhecido mundialmente envolve diversos fatores: talento, sorte e outras coisinhas mais (às vezes!). Mas é sempre bom ver que gente foda já foi, em algum dia, gente como a gente, comunzinha, molinha, sem aquela produção toda. O pessoal do Fubiz separou diversas fotos dessas “estrelas” antes da fama, ou quando estavam começando a ganhar exposição. Fizemos uma curadoria rápida dos nossos preferidos e a nossa galeria ficou MUITO amor! :) Confira:

Scarlett Johansson – The Popular Issue, No. 214, October 01. Photography Ellen Stag.

Emilia Clarke – The Q+A Issue, No. 324, Spring 13. Photography Sam Hessamian, Styling Michael Tucker.

 

Garrett Hedlund – The Just Kids Issue, No. 320, Pre-Fall 12. Photography Matthew Brookes.

Ellen Page – The Horror Issue, No. 267, June/July 06. Photography Matt Jones, Styling Stacey Battat.

Joseph Gordon-Levitt – The Scratch & Sniff Issue, No. 266, May 06. Photography Matthias.

Marion Cotillard – The Passionate Issue, No. 244, June 04. Photography Dennis Schoenberg.

Jena Malone – The Location Issue, No. 242, April 04.

Ryan Gosling – The Together Issue, No. 216, January 02. Photography Matt Jones. Styling Kate Young.

Christina Ricci – The Cruise Issue, No. 226, December 02. Photography Carter Smith. Fashion Director Edward Enninful.

 Gostou? Fica de olho aqui no Blog da ElephunK! Prometemos postar mais regulamente! Aproveite nossos descontos e lançamentos especiais, confira nossa loja de moda alternativa urban conceitual: http://loja.elephunk.com.br

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